segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Amazonia rica, povo pobre.




Enchente na Amazônia

A riqueza natural da Amazônia contrasta com sua população empobrecida e sem acesso a vários direitos básicos, como saneamento, moradia, saúde e bem-estar, entre outros. E, se comparada com o resto do Brasil, a situação da região amazônica é ainda mais preocupante. A conclusão é de um novo relatório publicado ontem pela ONG Imazon.
O documento se baseia num índice relativamente novo e que dá um passo além do popular Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). O chamado Índice de Progresso Social (IPS) mede de maneira mais clara a qualidade de vida dos moradores de cada localidade. Foi criado para avaliar o desenvolvimento social global, incluindo mais 50 indicadores, como por exemplo saúde, moradia, segurança pessoal, acesso à informação, saneamento básico e sustentabilidade.
Brasil em 46º na lista global
Em abril, o Brasil apareceu em 46º lugar num ranking com 132 países medidos a partir do IPS. Agora, pesquisadores da Imazon lançaram em parceria com institutos internacionais a versão brasileira do índice, com pequenas adaptações à metodologia global. Como resultado, eles mostraram que a Amazônia Legal tem um IPS de 57,31, inferior ao da média nacional, de 67,73.
'Essa posição é incompatível com a importância que a Amazônia tem para o Brasil e para o mundo', critica Beto Veríssimo, pesquisador da Imazon e um dos autores do estudo. 'Se quisermos que a população assuma o papel de guardiã dos recursos naturais, a qualidade de vida dessas pessoas tem que melhorar muito'.
Desde ontem, a ONG disponibiliza em seu site o relatório, que na verdade é um grande banco de dados sobre a situação social dos municípios e estados que fazem parte da Amazônia Legal. Ele está aberto a pesquisadores e representantes de governos.
'O estudo serve como forma de cobrança e também oferece o mapa do caminho, pois as duas coisas precisam andar juntas. E o nível de detalhes também é maior do que de outros índices ou indicadores desagregados', defende Veríssimo.
Na Amazônia vivem mais de 24 milhões de pessoas em 772 municípios, muitos deles maiores do que o Estado do Rio de Janeiro, embora com população bem menor. A região representa 5 milhões de km2 e 59% do território brasileiro. São mais de 170 povos indígenas com uma população de cerca de 400 mil pessoas.
Uma das vantagens do IPS é excluir o indicador econômico, pois, explica Veríssimo, a renda per capita pode levar a uma interpretação equivocada sobre a qualidade de vida da população. Mas o ndicador é, depois, comparado com o IPS no relató

Queima o coração da Amazônia


O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgou o último levantamento revelando que a Amazônia Legal perdeu 3.036 km² de floresta entre agosto de 2013 e julho de 2014, 9,8% a mais em relação ao período anterior. Os meses integram o chamado "calendário do desmatamento", relacionado com as chuvas e atividades agrícolas.
Segundo informações do sistema de detecção em tempo real, o Deter, o montante desmatado é equivalente a duas vezes o tamanho da cidade de São Paulo.
O mecanismo do Inpe analisa a degradação (desmatamento parcial) e o corte raso (desmatamento total) da floresta nos estados que possuem vegetação amazônica (todos os da Região Norte, além de Mato Grosso e parte do Maranhão).
Os números apontados ajudam órgãos de controle e fiscalização. No entanto, para calcular a taxa anual do desmatamento por corte raso na Amazônia, o Inpe utiliza o Prodes que trabalha com imagens de melhor resolução espacial e mostram ainda pequenos desmatamentos. Sua divulgação deve ocorrer até o fim deste ano.
Em novembro passado, esse sistema apontou perda de 5.843 km² de floresta entre agosto de 2012 e julho de 2013, aumento de 28% em relação ao período anterior. O tamanho é equivalente a quase quatro vezes o município de São Paulo.
Levantamento de junho e julho
Os dois últimos meses divulgados pelo governo foram junho e julho. O primeiro período registrou desmatamento de 535,31 km², enquanto no segundo mês, a floresta perdeu 728,56 km² de vegetação. Nos dois últimos meses do calendário do desmatamento, o Pará foi o estado que mais derrubou vegetação, seguido de Mato Grosso e Rondônia.
Em comunicado divulgado pelo Ministério do Meio Ambiente, o diretor do Departamento de Proteção Ambiental do Ibama, Luciano Evaristo, avaliou que a expectativa é que em setembro os alertas caiam. “Eles (os desmatadores) agora não terão acesso ao dinheiro que financia o desmatamento. Quem estiver derrubando a floresta vai interromper o corte porque não terá como receber pelo trabalho ilegal", disse.

Disputa pelo segundo lugar será nariz a nariz.

Bom dia!
Começamos a semana decisiva para as eleições de domingo próximo. Como na eleição presidencial, por aqui se usa de todos os artifícios para  desqualificar os adversários e ganhar a simpatia e confiança do eleitor. É o vale tudo. A maioria dos marqueteiros que escreveu sobre eleições diz que o pleito é uma guerra e só não vale perder. Como em guerra não se manda flores para os adversários, então recorrer a métodos, mesmo que sejam escusos, para destruir os concorrentes acaba seduzindo certos candidatos.
Penso que se pode lançar mão de todo tipo de arma, desde que não se fuja à ética, desde que não se entre na vida pessoal. Somos um estado pequeno onde aqui e ali nos encontramos nos bares e cafés. Entendo que não vale à pena destruir amizades, dividir famílias, agredir pessoas  por causa de política.
Numa análise ligeira dá para depreender que Waldez Goes consolidou sua posição como primeiro colocado, portanto com vaga certa no turno seguinte e que o segundo colocado está indefinido. Bruno, Lucas e Camilo devem permanecer nariz a nariz e assim será a disputa para a passagem ao segundo turno. Num linguajar comum podemos dizer que o segundo lugar será disputado palmo a palmo.

sábado, 27 de setembro de 2014

Febre Chikungunia: 129 casos no Amapá


Carla Ferreira

De acordo com a Coordenadoria de Vigilância em Saúde do Amapá o município de Oiapoque registra 129 casos suspeitos de febre chikungunya, outros dois casos já foram confirmados. Diante deste cenário, o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) entrou em contato com o Ministério da Saúde, em Brasília, para alertar sobre a situação do Amapá e assim verificar medidas para que se evite a propagação do vírus.
“Precisamos evitar que se torne uma epidemia. Estou me colocando à disposição para articular esforços no combate a essa doença, precisamos evitar que o vírus se alastre”, disse Randolfe. Segundo a Secretaria Nacional de Vigilância Sanitária uma equipe técnica está em Macapá finalizando o processo de sensibilização sobre o controle do vírus, informou ainda que foram disponibilizados ao Governo do Estado dois veículos do tipo fumacê e para a capital foram doadas duas minivans e cinco nebulizadores portáteis para reforçar o atendimento em áreas mais críticas.
Assim como a dengue, a febre chikungunya é transmitida pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictos. Conforme os técnicos, ela só tem um sorotipo, ou seja, cada pessoa só pega a doença uma vez. Os sintomas, que podem durar de três a dez dias, são os mesmos da dengue: dor de cabeça, febre, dores musculares e nas articulações.

Dilma amplia vantagem sobre Marina



Nova rodada da pesquisa Data Folha revela que Dilma (PT) quase dobrou a vantagem sobre Marina (PSB)  e ganha no segundo turno. Nesta última pesquisa Dilma está com 40%, Marina com 27%, Aécio (PSDB) 18%.

A diferença de 13% para Dilma em cima de Marina garante a atual presidente vitória em segundo turno.
Na semana passada a diferença era de 7%, portanto quase dobrou o que põe Dilma em zona de conforto.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Kaiowá Guarani – a silenciosa guerra colonial

Egon Heck, do Conselho Indigenista Missionário do Mato Grosso do Sul, escreve, desde Dourados, sobre o drama dos Kaiowá Guarani, recordando, no Dia Farroupilha, a saga de Sepé Tiaraju.
Eis o artigo.
 “Queremos declarar que estamos muito perplexos e tristes por ser expulso da nossa terra. Aqui na margem da estrada corremos risco de vida devido a alta velocidade de veículos” (Carta da comunidade Laranjeira Nhanderu – 11 de setembro 2009).
A noite envolvia  os barracos no km 308 da BR 163, próximo à cidade de Rio Brilhante. As faixas identificavam os ocupantes.  Não tardou e uma potente camionete passasse lentamente próximo ao nosso carro para identificar a placa.  Porém o sistema de segurança da comunidade foi mais rápido, deslocando-se para o local e evitando qualquer dano ou identificação. Com arcos e flechas, estavam coordenados pelo nhanderu Olimpio. Logo surgiu um carro dos jagunços jogando os holofotes sobre os barracos e o grupo reunido em frente à porteira.
A comunidade denunciou as permanentes ações intimidatórias dos fazendeiros e de sua milícia armada. Contaram fatos recentes em que esse seguranças,  fortemente armados, impediram os índios de pegar lenha para cozinhar seus alimentos, perto da ponte do rio Brilhante.
Já nos distantes pampas e Brasil afora a tradição e orgulho gaúcho, que é bom que se diga, nasceu do genocídio de um povo indígena, os charrua. Recontando essa história mal conhecida, escreve Selvino Heck: “A história agora (re)contada faz um desnudamento: o gaúcho surgiu de muito sangue e discriminação. Um povo foi praticamente dizimado. Mas como os humilhados e ofendidos da história sempre resistem, os charrua usaram os meandros da história para permanecerem vivos. Misturaram-se, viraram mestiços, e suas virtudes de povo de heroísmo e valentia de alguma forma aí estão, vivos, ressuscitados no gaúcho. Importa, neste momento histórico, reconhecer a origem e humildemente pedir perdão. Que não se repita na história o genocídio de um povo livre. Que os milhões de índios e negros escravos assassinados neste país gritem mais alto por dignidade, por direitos, por justiça.”(Selvino Heck, setembro 2009).
Neste mesmo Rio Grande, em regiões limítrofes, viveram e foram sacrificados milhares de Guarani, juntamente comSepé Tiaraju.  Hoje o Rio Grande poderia ser eminentemente CharruaGuaraniKaingang e de outros povos sacrificados no altar do projeto colonizador.
Avanço do projeto  colonizador
“Os guarani-kaiowá foram os povos indígenas mais prejudicados, dada a rapidez e truculência com que suas terras foram tomadas. Sua resistência é comovente, mas sua luta não pode ser considerada um problema só deles. É nossa. Os direitos dos indígenas são também nossos direitos. Assim como o que acontece com eles nos atinge, nos degrada, denuncia a fragilidade de nossos planos de sermos uma potência mundial...Não há mais espaço para que povos tradicionais sejam tratados com um olhar arrogante de colonizador, que decide por eles o que deve ou não ser feito em relação a seus interesses e costumes. Não é mais possível tolerar que sua cultura milenar e seus direitos civis e humanos sejam espezinhados pela ganância, em nome de argumentos que não resistem a uma análise bem informada e honesta.”(Senadora Marina  Silva – 17-09-09).
Quando o presidente Getulio Vargas, um dos expansionista gaucho-brasileiro, resolver gauchar essas bandas que foram Paraguai, tinha uma empreitada prévia, que era de desguaranizar a região. Ou seja, os Kaiowá Guarani teriam que deixar de teimar existindo como tal e ocupando essas terras. O sul do então Mato Grosso teria que ser “colonizado”. E assim foi feito. Surgiu a colônia de Dourados, a Vila Vargas, as colônias. E o projeto colonizador continua, com a negação da terra aos índios Guarani e Terena, com a concentração cada vez maior da terra nas mãos de uns poucos donos das agroindústrias, do agronegócio e, ultimamente, nas mãos dos grandes grupos multinacionais. Cadê os ruralistas nacionalistas para gritar contra essa internacionalização do Mato Grosso do Sul? Os índios, como sempre o foram no imaginário e na prática do colonizador, continuam sendo  a ameaça e o obstáculo.
Egon Heck

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Cirio de Nazaré: Duas décadas de história



O Amapá Garden Shopping, empreendimento administrado pela Tenco Shopping Centers, em parceria com a Diocese de Macapá, realiza no período de 18 de setembro a 6 de outubro de 2014 a exposição “Círio de Nazaré: Duas décadas de história”. A exposição ficará no piso L0 do shopping.

O acervo que contém os materiais usados pelos promesseiros e voluntários desde 1996 a 2013 como: cartazes com o tema e lema dos anos, 15 mantos sagrados usados pela imagem de Nossa Senhora de Nazaré, camisas de voluntários, CD’s, DVD’s, vídeo de peregrinação e procissão, corda de proteção entre outros estarão expostos durante todo o período.

A novidade do evento será a barca dos milagres onde é depositado todo o material dos peregrinos como carteira de trabalho, casas, carros, e símbolos representando a cura física como réplicas de mãos e pés.  Patrícia Leal, coordenadora do evento explica que todo esse material foi usados por pessoas que de alguma forma alcançaram milagres. “Você encontra de tudo na barca do milagre. Todos os materiais foram de pessoas que almejaram uma casa própria, carro, curas e libertações. Essa exposição é o momento das pessoas conhecerem de perto o verdadeiro significado do Círio de Nazaré”, enfatiza Patrícia Leal.

Essa é a primeira vez que a Diocese de Macapá apresenta de uma forma singela e prática a história de duas décadas de devoção do povo ao Círio de Nazaré. Joicilene Santos, gerente de marketing do Amapá Garden Shopping, explica que os espaços do empreendimento estão sempre de portas abertas para todo e qualquer tipo de evento que envolva a sociedade. “Pela primeira vez estamos realizando um evento deste porte. Um evento que contará a história, da tradição e da religiosidade local. O Garden se sente privilegiado em fazer parte de algo tão importante como o Círio de Nazaré”, ressalta Santos.

Outro momento esperado será a chegada da imagem milagrosa da santa, no dia 3 de outubro a partir das 10h no centro de compras. Ela ficará exposta aos fiéis de toda a região até o dia 6 de outubro. Na oportunidade, a coordenação reservará um espaço para que os devotos possam ter um minuto junto à imagem.

Informações pelo site oficial: www.amapagardenshopping.com.br ou pelo telefone: (96) 9168-6401. Classificação livre.
Keila Góes
Ascom/Amapa Garden

TRE-AP define data da Diplomação dos eleitos no pleito deste ano



O Tribunal Regional Eleitoral do Amapá (TRE-AP), sessão administrativa realizada nesta quarta-feira (16), decidiu por unanimidade a data da Diplomação dos eleitos nas Eleições Gerais 2014. O evento será realizado no dia 18 de dezembro deste ano, às 19h, no Teatro das Bacabeiras.

Os candidatos eleitos aos cargos de governador, vice-governador, senador, deputados federais, estaduais, assim como os vices e suplentes, receberão diplomas assinados pelo presidente do TRE-AP, desembargador Raimundo Vales.

No Amapá, além de governador, vice-governador, senador e suplentes, serão diplomados oito para representantes do Estado para a Câmara Federal e 24 deputados estaduais.

Elton Tavares
Ascom-TRE

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Carro de Dom Pedro Conti capota e uma pessoa morre.


O acidente aconteceu, ontem, 15, quando Dom Pedro Conti viajava com a Laranjal do Jari com mais duas catequistas. Uma delas morreu no local. Era Ana Maria Rodrigues (foto). O bispo ainda ficou preso nas ferragens do caro, mas socorrido em tempo está internado num hospital de Laranjal. A outra passageira também está internada em um hospital de Laranjal do Jari com vários ferimentos pelo corpo.
Ana Maria Rodrigues era passageira do veículo e morreu no local do acidente (Foto: Reprodução/TV Amapá)A catequista Ana Maria Rodrigues, morreu no local.








Ana Maria Rodrigues era agente da Pastoral da Criança. O enterro da catequista será hoje, 16, em Laranjal do Jari”, reforçou.

Nivel de pobreza do Amapá é estarrecedor

O Amapá registra o segundo pior índice do país quando o assunto é esgotamento sanitário: 76,43% de sua população não possui acesso adequado à rede de esgoto. Na capital, o quadro é igualmente alarmante. Macapá possui o pior índice entre todas as capitais do país nesse indicador, com 72,70% da população sem acesso adequado a esse serviço.

Além disso, o Estado possui o segundo pior índice em relação ao número de pessoas residentes em favelas do país, com 16,20% da população vivendo nessa condição.

De acordo com o documento, os relatórios foram elaborados sob medida, pois cada estado possui especificidades. Nos documentos é possível observar dados referentes a saneamento básico, população residente em favelas, mortalidade infantil e na infância, gravidez na adolescência, homicídios de crianças e adolescentes, número de Conselhos Tutelares, trabalho infantil, medidas socioeducativas, taxa de cobertura em creches e taxa de abandono escolar.

Outros indicadores do Amapá são destacados, como: o estado apresenta a 5ª maior taxa de incidência do país, com 25,83% dos nascimentos do estado sendo registrados por mães com idade entre dez e 19 anos. Macapá é a 1ª capital nesse ranking, com 24,67% dos nascimentos no município sendo registrado por jovens dessa faixa etária; o Estado possui o 3º pior índice em pré-natal, pois 67,51% das gestantes realizaram menos de sete consultas durante a gravidez, número mínimo garantido por lei a toda mulher, surgindo Macapá como o 1º colocado entre as capitais (63,92% das gestantes do município realizaram menos de sete consultas), além do fato de que apenas 5,15% das crianças de zero a três anos do estado do Amapá e 3,86% de Macapá estão matriculadas nessa etapa de ensino em creches.

Não fosse apenas isso, o Amapá é, também o 2º colocado no índice de abandono escolar no ensino médio, com taxa de 17,7%. A capital apresenta o 3º maior índice de abandono nessa etapa de ensino (17,8%).
(Fonte: D.A.)

Eis o por-do-sol, rio Amazonas, em frente a ilha de Santana, ontem, 15/09/2014.

Sem comentários, só pra contemplar.

Por do Sol, rio Amazonas, Ilha de Santana

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Falta de confiança põe o Amapá entre os piores do Brasil para investimento.

Segundo a revista inglesa The Economist, o Amapá é um dos piores estados para se investir, no Brasil. Numa escala de zero a 100, o Amapá recebeu nota 18, abaixo de todos os outros estados brasileiros. Analistas dizem que a falta confiança na gestão de políticas econômicas estaduais e a insegurança política são os fatores que mais influenciaram  para colocar o Amapá como o pior do ranking brasileiro.

Eleições 2014: Hoje, último dia para substituição de nomes.



Encerra-se hoje o prazo para os partidos e coligações procederem a substituições de nomes nas chapas que concorrem as eleições de 5 de outubro.
Enquanto em outros estados como Roraima e o DF ocorreram mudanças, por aqui não se tem noticia de substituições de nomes.
 Em Brasilia, José Roberto Arruda, do DEM, condenado por improbidade administrativa por sua participação no mensalão do DEM, renunciou. Em Roraima, Neudo Campos, com mais de 100 processos e algumas condenações também declinou em favor de sua mulher, Suely Campos. Tanto Arruda como Neudo eram lideres na pesquisa do Ibope.

sábado, 13 de setembro de 2014

Pesquisa Ibope: Bruno foi o que mais cresceu


Resultado da segunda rodada da pesquisa do Ibope revela que o candidato Bruno Mineiro foi o que mais cresceu: 4 pontos. Saiu de 7% para 11%.  Lucas cresceu apenas 2 pontos, tinha 15% foi para 17%; Camilo saiu de 12% para 15%. Os que perderam foram Waldez: 3 pontos. Caiu de 40% para 37% e Jorge que tinha 7% foi para 4%.
Outro dado importante é que Bruno reduziu a rejeição que era de 5% para 2%. Isso se deu, entre outras, por conta da campanha na TV que o tornou mais conhecido.

               Bruno, o que mais cresceu

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Pesquisa Ibope só amanhã

Tem candidato à base de lexotan e outros ansioliticos. A TV Amapá vai exibir, somente amanhã, à noite, o resultado da pesquisa Ibope para o Governo e Senado. A decisão foi do juiz Cassius Clay depois negar o embargo interposto pela coligação de Camilo.

Empresários amapaenses participam da Conferência Rio Oil & Gas


Na Conferência que reúne companhias do setor de petróleo e gás, empresários amapaenses conhecem estandes de petroleiras e companhias fornecedoras da indústria de óleo e gás, que apresentam novos produtos, serviços e tecnologias mais recentes no setor

Denyse Quintas

A Rio Oil & Gas Expo and Conference debate, no período de 15 a 18 de setembro, as transformações na produção energética mundial com o tema ‘Novo cenário geopolítico: superando os desafios’. O evento acontece no Riocentro, no Rio de Janeiro, onde são esperados 55 mil participantes.

Na ocasião, os empresários amapaenses participam de visitas técnicas, reuniões, conhecem a feira e acompanham as discussões sobre as transformações na produção energética mundial, provocadas por fatores como o crescimento da produção do gás de xisto e a abertura de novos mercados.

Segundo o diretor-superintendente do Sebrae, João Carlos Alvarenga, a Rio Oil & Gas  é o principal evento de Petróleo e Gás da  América Latina realizado a cada dois anos. “Uma excelente oportunidade para as empresas conhecerem os principais cenários e oportunidades de negócio do setor de petróleo, gás e energia no Brasil”, disse o diretor-superintendente do Sebrae, João Carlos Alvarenga.

Organizada pelo Sebrae, a caravana de 19 pessoas, integra empresários, dirigentes e técnicos da instituição, representantes do governo e universidades. O objetivo é realizar contatos, trocar experiências e obter conhecimentos sobre o setor que impactará no desenvolvimento do Estado nos próximos anos, a fim de se traçar estratégias convergentes para o desenvolvimento no estado, a partir desta oportunidade.

Petróleo no Amapá

De acordo com o Professor Doutor Marco Antonio Chagas, do Departamento de Meio Ambiente e Desenvolvimento, da Universidade Federal do Amapá, a 11ª Rodada de Licitação promovida pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) contemplou blocos das bacias marítimas da Foz do Amazonas, alguns destes localizados na costa amapaense.

“As empresas Total (grupo empresarial francês), Petrobrás, British Petroleum (britânica) e Queiroz Galvão venceram a maioria dos blocos licitados para pesquisa na Bacia da Foz do Amazonas e diante da possível viabilidade de ocorrência de petróleo e gás têm sinalizado interesse em dialogar com os Governos locais para antecipar oportunidades e prevenções”, finaliza Marco Antonio Chagas, do Departamento de Meio Ambiente e Desenvolvimento, da Universidade Federal do Amapá.

Juiz nega liminar e permite divulgação de pesquisa eleitoral do Ibope




O juiz eleitoral Cassius Clay negou pedido liminar da coligação “Frente Popular a Favor do Amapá” (PSB/PT/PSOL/PCdoB) para proibir a divulgação de pesquisa do Instituto Brasileiro de Opinião e Estatística (Ibope), de intenção de voto para governador no Estado. O magistrado entendeu que a enquete é legítima e está liberada para veiculação somente a partir do próximo sábado (13).

O argumento da coligação representante é que o Ibope não informou o plano amostral da pesquisa, que consiste em quantas pessoas do sexo masculino e feminino foram entrevistados e que o prazo de divulgação estaria errado, conforme o registro no Tribunal Regional Eleitoral do Amapá (TRE-AP). 

Em sua decisão, o juiz entendeu que o Ibope obedeceu aos requisitos exigidos pela legislação e que não há flagrante intuito de burlar a legislação visando comprometer o equilíbrio na disputa eleitoral.

O magistrado ressaltou que houve um equívoco do representante, pois foi informado a Justiça eleitoral a quantidade de entrevistados e os percentuais relativos a sexo encontram-se claramente estabelecidos no referido plano. Portanto, a veiculação está liberada.

ASCOM/TRE

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Cai o Ideb do ensino particular


Pela primeira vez desde que o Ministério da Educação passou a realizar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), em 2005, a rede privada de ensino apresentou uma queda de desempenho.
O Ideb da rede privada para o ensino médio registrava 5,6 pontos em 2005, índice repetido em 2007 e 2009. Subiu para 5,7 pontos em 2011. E agora caiu para a pior marca da história: 5,4 pontos em 2013.
Nos anos finais do ensino fundamental (do 6º ao 9º ano), o Ideb também caiu pela primeira vez. Vinha crescendo lentamente: 5,8 (2005 e 2007), 5,9 (2009) e 6,0 (2011). Agora, o índice voltou para 5,9 pontos.
O crescimento continua nos anos iniciais do ensino fundamental (1º ao 5º) ano: 5,9 (2005), 6,0 (2007, 6,4 (2009), 6,5 (2011) e 6,7 (2013). (G1)